Mostrando postagens com marcador MOMENTOS ESPIRITUAIS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MOMENTOS ESPIRITUAIS. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 12 de junho de 2008

MULHERES GRÁVIDAS E ATIVIDADES MEDIÚNICAS

MULHERES GRÁVIDAS PODEM PARTICIPAR DE TRABALHOS ESPIRITUAIS EM GERAL?

Pesquisa feita por Sérgio Pereira/Kajaide
Orientador Material
Ano de Ógùn/Marte
"Avante! Sempre em Frente".


Desde que a gravidez se apresente sem problemas , nada há que o impeça. Se a pessoa é merecedora de toda a boa assistência, por parte do Criador, no seu viver diário e comum, que tipo, então, de assistência não terá na sua fase de gestação, em se tratando da mulher?
Tanto o trabalho da passividade medíúnica, quanto as demais atividades serão muito bem desenvolvidas pela gestante, até o período em que já demonstre cansaço, pelo tempo que passará em pé ou sentada, quando o bom senso mostrar que se lhe está tornando sacrificial a atividade, em razão de precisar levantar-se, mover-se, deitar-se. Ai, então, poderá ser dispensada da lida, uma vez que a gravidez é fenômeno perfeitamente natural, previsto pela Divindade, que mostra em cada encarnação as mais punjantes bençãos.
Desafios da Mediunidade
Espírito Camilo
Médium José Raul Teixeira.

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

MOMENTOS ESPIRITUAIS COM ORIENTADOR ESPIRITUAL DO CPPE CARIDADE

CULTO AOS ANTEPASSADOS
Pesquisa feita por Sérgio Pereira/Kajaide em 02/11/2007.

Num breve histórico podemos observar o Culto aos Antepassados em algumas civilizaçãoes e correntes filosóficas e religiosas. A Teosofia afirma que essa homenagem remonta à época dos Atlantes, raça de "gigantes" (Gn 6:4), os enacim e os emim presentes na Bíblia Sagrada (Nm 13:33 e Dt 1:28, 2:10s). Historicamente, o culto aos antepassados é tão antigo quanto a história do antigo Egito. Seu povo, longe do conhecimento de sua avançada espiritualidade, restringia o seu culto à veneração de imagens de antepassados, ou de alguma divindade menor, e diversas superstições incluindo o uso de amuletos. Na Índia védica, os filhos do Sol buscavam a ciência pura do fogo sagrado e a adoração ao Deus Supremo e honra aos antepassados, por meio de orações. Ao milenar povo chinês, afastado dos ensinamentos elevados sobre o Tao, restava um culto mágico aos antepassados e uma adoração de espíritos.

Para a Igreja Católica, Apostólica, Romana há um certo modo de culto aos mortos, quando oferecem missas em sufrágio das almas dos falecidos, pensando com isso em beneficiá-los. No século V, o povo cristão esquecia e se afastava desta prática, então, os papas Silvestre II (1009), João XVII (1009) e Leão IX (1015) no século XI, obrigam a comunidade a dedicarem aos mortos, um dia pelo menos, o que no séc XIII culminou na criação pela igreja, do atual DIA DE FINADOS, em 2 de novembro. Um dia depois do dia 1.o de novembro, quando era comemorado o dia dos que morreram em estado de graça, mas que não tinham sido canonizados, ou seja, era o DIA DE TODOS OS SANTOS. Ficou instituído então o dia 2 de novembro como o Dia de Todos os Mortos. Mas esse dia foi escolhido baseado na festa pagã do Shamain, onde acontece a noite onde se celebra a morte do Deus Sol. Nesta tradição, o Deus como tudo no universo, nasce, cresce, reproduz-se, envelhece e morre, e depois renasce novamente num reinício do ciclo natural da vida, que vai renascer no Yule em 23 de dezembro (hemisfério norte).

Para o xintoísmo, a alma dos que morrem permanece poluída, conservando sua personalidade de quando em vida, necessitando assim de rituais de purificação, para que assuma um aspecto benevolente e pacífico. Dessa forma ela atingirá o grau de guardião, ou deidade (kami) protetora da família. Assim, enquanto religião, a divinização das energias cósmicas foi acompanhada da divinização dos espíritos dos antepassados (considerados deuses tutelares da família), dos sábios ancestrais, dos imperadores, de alguns animais e de forças elementares da natureza. Para os celtas, o ano era dividido em quatro períodos de três meses e no início de cada um havia um grande festival. No primeiro dia do ano celta, celebrado em 1o de novembro, era comemorada a mais importante das quatro festas: o Samhain. Conhecida como "Noite dos Ancestrais" ou "Festa dos Mortos", pois os celtas acreditavam que nesse dia o véu entre os mundos estaria bem fino, hoje esta festa está associada com o Hallows Day e é celebrada na noite anterior ao Hallowen. O mundo cristão assimilou esta festa pagã e passou a comemorá-la em 2 de novembro. O fato é que o costume sobrevive há milênios, sem nenhuma tendência ao esquecimento. A homenagem aos mortos. E o que é morte? É a única certeza que temos na vida. A civilização ocidental materialista se amoldou à idéia de que tudo acaba com a morte. Dessa forma ela é tratada como um tabu, algo que não se deve comentar ou investigar. O maior desejo do ser humano é a imortalidade, e esse desejo está intimamente relacionado ao medo da morte. Mas e de onde vem esse medo? Pode ser que venha do medo que se tem do desconhecido, do instinto de autopreservação que estimula o medo da própria extinção. Se desejamos viver indefinidamente, por que insistirmos em acreditar que morrer é o fim? Provavelmente se o contrário estivesse acontecendo, se o homem tivesse certeza de sua imortalidade ele procuraria a própria extinção. Será que o inconsciente coletivo do homem já tem essa certeza da imortalidade? Será que os atos humanos destrutivos, contra a natureza e contra si mesmos, não são formas veladas (e doentias!) de se buscar atingir esse estado? Mesmo assim a morte assusta, talvez pelo apego que temos às coisas materiais, às quais perderemos definitivamente quando morrermos, e pelo apego que temos à própria vida. Talvez um apego à nossa persona, nossa "individualidade" que irá se desfazer, voltar ao "barro" (Ecl 12:6s). Na realidade o nosso medo vem de uma fonte mais profunda: não sabemos quem realmente somos. Somente após a morte do corpo é que se pode experimentar a possibilidade de uma outra vida.

Porque morrer é uma ou outra destas duas coisas. Ou o morto não tem absolutamente nenhuma existência, nenhuma consciência do que quer que seja, ou, como se diz, a morte é precisamente uma mudança de existência e, para a alma, uma migração deste lugar para outro".
Sócrates (469-399 a.C.)

Então, talvez morrer não seja de todo desagradável. Será que viver é que não seria a nossa "condenação"? Viver implica várias formas de sofrimento e uma busca incessante pela felicidade. Ademais, viver implica morrer um pouco a cada dia, de forma que o evento terminal de uma "vida", ao qual chamamos "morte", apenas é a cessação do processo de morte. Deveríamos, então, ter medo da vida e não da morte. O corpo físico do homem, com seus cerca de 1028 átomos, troca aproximadamente 98% desses átomos todos os anos. A mucosa do estômago se renova em uma semana, a pele inteira em um mês, os ossos em três meses, o fígado em seis semanas, etc., de forma que em aproximadamente cinco anos todos os nossos átomos retornaram ao "barro" e outros foram colocados no lugar. O corpo físico "morre" a cada cinco anos. Então o que é que permanece? Pode-se pegar um atalho conceitual, e afirmar que morte é ausência de vida. Mas o que é vida? Existe vida após o nascimento? Realmente se vive, somente pelo fato de termos nascido? Afinal o que é que nasce e o que é que a morte faz cessar? A vida é algo que está além do corpo físico e que em algum momento passa a "habitá-lo" ou "preenchê-lo", a dar-lhe vida. Partindo do conceito científico moderno de que não existe algo como um corpo individual delimitado no espaço, pois todos os corpos são interdependentes, processos vivos compartilhados, e que a vida e a consciência devem estar de alguma forma escondidas no mundo quântico, pode-se afirmar que a vida é uma propriedade do universo em geral, ligada a tudo e a todos. Se a vida é Una, algo que está imerso em toda a manifestação, nós podemos concluir que para que algo morra é necessário que tudo morra. "A morte de qualquer homem diminui-me, porque eu estou englobado na humanidade".
Carl Gustav Jung (1.875-1.961)

"Eu, enquanto homem, não existo somente como criatura individual, mas me descubro membro de uma grande comunidade humana".
Albert Einstein (1.879-1.950)
"O que é oposto à morte? ... É o nascimento, pois a Vida é eterna!"
Sidarta Gautama, O BUDA (563-483 a.C.)
Assim os que perguntam o que acontece após a morte o fazem por não lhes ter acontecido nada durante a vida. É necessário um nascimento espiritual, para que a Vida nos permeie em sua abundância. Quando se conhece a Vida, se conhece a morte. A morte é apenas uma transição de um estado de consciência para outro, e a única coisa que morre é a morte. A morte é apenas uma PASSAGEM. E essa passagem deve ser o triunfo de uma existência, seu mais glorioso momento. "A vida é aquilo que acontece enquanto fazemos planos para o futuro".
John Lennon (1.940-1.980)

sábado, 20 de outubro de 2007

MOMENTOS ESPIRITUAIS COM O ORIENTADOR ESPIRITUAL DO CPPE CARIDADE

A MÚSICA NAS CASAS ESPIRITUALISTAS

Sérgio Pereira, 19/10/2007, Extraído do Livro " O Homem dos Dois Mundos"..

Há muito se ouve falar dos cânticos religiosos que são entoados nas casas espiritualistas, mais especificamente nos cultos de Umbanda e Candomblé, nos parecendo que nas casas de cunho Espírita isso não acontece ou os dirigentes das mesmas pensam não ser de bom alvitre tal atitude.
A música religiosa cantada ou somente musicada é encontrada em quase todas as correntes religiosas como o Budismo, Hinduísmo, Islamismo, Cristianismo e tantas outras que são consideradas expressões religiosas antigas.
Pois bem, no caso da Umbanda e Candomblé os seus hinos ou cânticos são na verdade preces musicadas e igualmente, a despeito de aceitar ou não, as Casas Espíritas podem e devem estimular essa prática de hinos e cânticos entre seus adeptos. Dizemos isso baseado no que dizem os Espíritos:
Conta André Luiz, em seu livro “Missionários da Luz” (24ª. Edição, FEB, pág. 18, Francisco Cândido Xavier) que, numa sessão de materialização, durante os preparativos, tendo em vista que o ambiente proporcionado pelas pessoas encarnadas não era satisfatório, o instrutor Calemério tomou a seguinte providência:
“ – Alencar, é necessário extinguir o conflito de vibrações. Nossos amigos ignoram ainda como auxiliar-nos, harmonicamente, através das emissões mentais. É mais razoável se abstenham da concentração por agora. Diga-lhes que cantem ou façam música de outra natureza. Procure distrair-lhes a atenção deseducada.”
Como vimos, conforme a própria orientação dos Espíritos, essa prática de hinos e cânticos religiosos melhora sobremaneira o ambiente e mantém os assistentes atentos, eliminando conversas, cochichos e pensamentos inconvenientes. A música orquestrada ou cantada tem o condão de manter as pessoas aliviadas e alegres, levando-as a irradiarem positivamente e a se prepararem para a recepção do intercâmbio com seus Espíritos de trabalho e para receberem o passe. O cantar de todos em uma Corrente Mediúnica traduz que todos estão unidos com o mesmo pensamento e que dificilmente se perturbarão, além de mostrarem disciplina.
Outro que nos aconselha a entoarmos hinos, mantras e cânticos religiosos e o avatar Satya Say Baba, um indú, que ainda hoje vive em seu país natal, a Índia. Ele assevera que o ar fica impregnado de vibrações benéficas e que elas são revertidas em nosso favor.
Sendo assim, ao adotarmos essa técnica se observa um saturamento de bons fluídos no ambiente.

domingo, 16 de setembro de 2007

MOMENTOS ESPIRITUAIS COM O ORIENTADOR ESPIRITUAL DO CPPE CARIDADE

DEUS É CIÊNCIA!

Sérgio Pereira, 13/09/2007 (Extraído do Livro “O Homem dos Dois Mundos”).


“A RELIGIOSIDADE SEM A CIÊNCIA É CEGA. A CIÊNCIA SEM RELIGIOSIDADE É CAPENGA”


Fica muito simplista entendermos que o universo foi feito em 7 dias e que os primeiros seres humanos sobre a Terra foram Adão e Eva.
É necessário estudarmos para compreendermos a linguagem com a qual Deus criou a vida.
Quanto mais se trabalha na Ciência mais nos aproximamos do principio criador, seja o nome que quiserem dar para ELE.
Lembrando-nos sempre que não façamos dessa Inteligência Criadora uma semelhança física com a nossa e muito menos que tenha que ser do sexo masculino ou na forma de um velho de barbas brancas, como a nos dizer: “já estou velho já fiz o que tinha o que fazer, agora estou só apreciando a minha criação”. Esta foi uma das maneiras mentirosas que nos foi passado de geração em geração.
O Ser Onipresente, Onipotente e Onisciente está em tudo e em todos, não busque ELE fora, como estivesse no alto, no infinito do céu ou que está em um lugar muito, mas muito distante de nossa realidade. Acreditem, ELE está presente em nós e em todos os tempos.
O universo está sempre em continua expansão.
A Ciência no seu avanço já pode nos responder algumas questões sobre o universo e as origens da vida em nosso planeta Terra, porém, em nada contradiz a existência de uma Inteligência Magnânima que criou e mantém essa harmonia. A Ciência nos assevera que o universo tem aproximadamente 14 bilhões de anos. Talvez possa até ter mais anos. Mas nossos cientistas chegaram a esse conhecimento através da utilização de um método a partir da descoberta da radioatividade e a degradação natural de determinados isótopos químicos que proporcionaram um meio eficiente e quase exato para determinar a idade das várias rochas da Terra. A base científica desse método é descrita em detalhes no livro de Brent Dalrymple, The Age of the Earth (A idade da Terra).
O nosso planeta Terra, fazendo parte da criação do universo, conta com a idade de 4,55 bilhões de anos. A Terra era um planeta bastante inóspito durante os seus primeiros 500 milhões de anos e se achava sob constantes ataques de asteróides e meteoritos gigantes, um dos quais de fato arrancou a Lua da Terra, sendo essa o nosso satélite natural. Somente milhar de milhões de anos mais tarde começa a aparecerem vários diferentes tipos de vida microbiana, organismos unicelulares semelhante às arqueobactérias, as quais são de origem muito antiga que vive em meios hostis à maior parte dos outros organismos.
No entanto, até o presente nenhuma hipótese foi confirmada com uma explicação finita de como, num espaço de 150 milhões de anos, o ambiente pré-biótico que existia sobre o planeta Terra gerou vida.
Alguns cientistas como Francis Crick seguem uma teoria que leva a acreditar que as formas de vida na Terra chegaram do espaço exterior, carregadas por pequenas partículas que flutuavam pelo espaço sideral e capturadas pela gravidade da Terra, ou mesmo trazidas para cá intencionalmente por meio de algum antigo viajante espacial.
Mas seja lá como for, podemos observar que por traz dessa engenharia cósmica há a Inteligência Divina.
Essa Força Divina não nos pede para colocá-la nas lacunas, ou seja, onde a Ciência ainda não chegou nas conclusões de suas hipóteses ou que não tenha ainda, seja em que tempo for, resposta definitiva para alguma pergunta, sob pena de ver se desvanecer comprovadamente um argumento teológico quando a Ciência preencher a referida lacuna.
A vida por si só é um atestado da grandiosidade divina e é no avanço da Ciência que O CRIADOR comprova a sua existência.

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

MOMENTOS ESPIRITUAIS COM O ORIENTADOR ESPIRITUAL DO CPPE - CARIDADE

OFERTÓRIO
13/08/2007
Extraido do Livro "O Homem dos Dois Mundos". Parte Espiritualidade.
Sérgio Pereira / Babalorisá Kajaide d’Yemoja Ogunté
Orientador Espiritual do C.P.P.E. CARIDADE
AGOSTO/2007 – ANO SÁNGÒ/JÚPITER

––––––– ●«◊◊◊◊»● –––––––

Há uma necessidade da Comunidade do CPPE – CARIDADE saber que a frase “DAÍ DE GRAÇA O QUE DE GRAÇA RECEBERDES” é espúria e usada, via de regra, por aqueles que gostam de tirar vantagem sobre o próximo ou no mínimo “vampirisar” o outrem, um grupo ou o local a onde lhe dá alguma satisfação. Ninguém espolia a alguém ou alguma coisa se não lhe trás de certa forma algum beneficio.

Tudo na vida tem um custo e/ou um preço. Como espiritualistas que somos sabemos que as coisas necessárias no nosso mundo físico só interessam ao nosso mundo, para a dimensão em que vivemos, e que temos que ter uma moeda de troca ou compra para adquirirmos certas coisas que nos dão um padrão de vida digno.

A própria benção e graças NÃO SÃO DADAS DE GRAÇA, eles são ofertados pelo MÉRITO, do contrário estaria ocorrendo uma injustiça.

É muito comum se ver nas casas espíritas e espiritualistas pessoas que vão em busca de tudo o que é bom e do melhor. Querem saúde, dinheiro, felicidade, amor, um bom lugar pra morar, um carro, e tantas outras coisas para si e sua família. Mas acha deplorável que a sua casa religiosa fale em dinheiro para o seu sustento, como se toda a estrutura (local, água, luz, lâmpadas, pinturas, serviço e material de higiene, material ritualístico e todo e qualquer objeto) que ela está usufruindo tenha caído do céu. No máximo passa pela cabeça dessas criaturas a doação em forma de esmola. A esmola é a falsa caridade. Ela é feita de cima para baixo. Se eu te dou esmola é porque tu estás abaixo de mim. Eu te olho de cima. Tu és um necessitado, portanto, tudo o que eu te der tens que ficar contente e agradecido.

Que fique bem claro que as casas religiosas não são esmoleiras. Elas são núcleos de bênçãos e por tanto que quer receber deve dar. É simples. E para elas serem mantidas é necessário o dinheiro, pois ele não é um mal, ele é necessário até para que haja progresso. As casas espíritas e espiritualistas não vivem de falsa modéstia, mas sim de uma realidade presente na vida de qualquer ser humano ou agremiação fraterna. E não pode depender da boa vontade, humor ou outra qualquer emoção para que o freqüentador venha colaborar com a instituição. Aquele que freqüenta a casa religiosa tem obrigação e o direito de colaborar para a sua manutenção e qualidade e se achar que isso é errado ele que se afaste e deixe de usurpar a energia do ambiente e dos trabalhadores de boa vontade que se colocam a disposição do intercâmbio entre os dois mundos. E abra as portas de sua morada chame as pessoas e lhes sustente as suas necessidades morais, financeiras, afetivas e tudo o mais ou vá para algum outro lugar a onde possa se infiltrar e dê seguimento a sua lastimável condição de sugador até o dia em que seja descoberto e que lhe digam que é “persona não grata àquele lugar”.

Acredito que agora podemos falar do que vem a ser o Ofertório dentro da ritualística religiosa.

OFERTÓRIO; é o ato de angariar ofertas; é oferenda; é oferecimento.

Dentro da ritualística litúrgica no momento do Ofertório é formado uma Corrente de Prosperidade a onde se nós queremos que não nos falte o dinheiro para nosso sustento, também queremos que a nossa casa religiosa tenha o seu ganho para prover a sua sustentação. Ela tem que existir por si e não depender de um bolso que a sustente. Não confundir o Ofertório com a contribuição mensal ou pagamento da mensalidade. Dentro do C.P.P.E – CARIDADE, temos a orientação para vivermos para a religiosidade e não vivermos da religião".

Sérgio Pereira / Babalorisá Kajaide d’Yemoja Ogunté
Orientador Espiritual do C.P.P.E. CARIDADE
AGOSTO/2007 – ANO SÁNGÒ/JÚPITER

––––––– ●«◊◊◊◊»● –––––––

sábado, 22 de janeiro de 2005

MOMENTOS ESPIRITUAIS COM O ORIENTADOR ESPIRITUAL DO CPPE - CARIDADE

A CASA RELIGIOSA QUE FREQUENTAMOS
22/01/2005
Extraido do Livro "O Homem dos Dois Mundos". Parte Espiritualidade.
Sérgio Pereira / Babalorisá Kajaide d’Yemoja Ogunté
Orientador Espiritual do C.P.P.E. CARIDADE

––––––– ●«◊◊◊◊»● –––––––

Sempre é bom fazermos reflexão a respeito dos lugares que visitamos ou que comumente freqüentamos.

É o caso da casa religiosa (centro, igreja, templo, loja, capítulo,etc...) que freqüentamos, o que ela nos passa é muito importante e certamente vai influenciar a nossa conduta psíquica. E a pergunta é: “Como é a casa religiosa que eu freqüento?”

Na sua existência ela deve nos mostrar ser uma entidade inofensiva, um lugar de introspecção e companheirismo, um local onde se pode expressar a nossa fé e religiosidade, além de cantar, meditar, orar, enfim, receber informações que estimule nossas virtudes e nos leva aos bons costumes éticos e morais, além de nos proporcionar o reencontro com a nossa natureza divinal.

A casa religiosa que freqüentamos deve registrar as referências de nossa vida, tais como: local onde oportuniza externar a nossa prática religiosa; casamentos, batizados, iniciações, funerais, estudos, aprendizados, companheirismo, etc. etc...

Ela tem que ser um local no qual nos inspira a bondade e nos enche de idéias sobre como ajudar a nós próprios a tudo e a todos que nos rodeia.

O fiel dessa balança apontará positivamente se confirmarmos que após os estudos, cultos ou práticas desenvolvidos na casa religiosa saímos melhores como pessoas do que quando nela entramos; que a nossa mente de uma certa forma se abriu para novos horizontes e nos fez perceber que já não ignoramos tantas coisas que dantes nossos olhos enxergavam mas não viam e nossos ouvidos ouviam mas não entendiam.

Nela sentimos que não fomos reformados, mas sim transformados, o novo explode em nossa consciência de individuação e nos alavanca para um ser mais humano divinal onde nos permite exteriorizar o regozijo do equilíbrio interior.

E isso é denotado no semblante das pessoas que estão vivendo essa experiência, pois passam uma serenidade firme e atitudes coerentes, não sendo confundidas com aqueles que usam diariamente falsas máscaras de santidade a encobrir suas atitudes torpes e hipócritas.

Uma casa religiosa bem fundamentada nos permite reconhecer nossas fraquezas e nossos defeitos, e nos mostra que não vai ser simples a nossa transformação numa pessoa melhor. Nosso espírito se encontra tisnado por tantas coisas erradas que amealhamos não só nesta existência como em existências anteriores, mas, no entanto, ela nos oferece condições para trabalharmos na melhoria de nós próprios e por ressonância morfológica influenciamos a tudo e a todos que nos rodeiam. E aqueles que não querem entrar nesse padrão vibracional, onde a cúpula espiritual da casa os havia recebido anteriormente, providencia para que eles não fiquem desamparados e os localiza junto aos de igual sintonia, afastando-os assim daquele núcleo de convívio e crescimento humano.

É de bom alvitre aqui registrarmos que cada pessoa freqüentadora assídua ou não ao adentrar as portaladas de um recinto religioso terá sobre si a responsabilidade de que o se o melhor ou o pior ali transcorre ela teve a sua parcela de colaboração para isso.

Sérgio Pereira / Babalorisá Kajaide d’Yemoja Ogunté
Orientador Espiritual do C.P.P.E. CARIDADE

––––––– ●«◊◊◊◊»● –––––––

quinta-feira, 2 de dezembro de 1999

MOMENTOS ESPIRITUAIS COM O ORIENTADOR ESPIRITUAL DO CPPE - CARIDADE

A CHAMA INDÍGENA DOS 500 ANOS DO DESCOBRIMENTO DO BRASIL
02/12/1999


Extraido do Livro "O Homem dos Dois Mundos". Parte Espiritualidade.
Sérgio Pereira / Babalorisá Kajaide d’Yemoja Ogunté

Orientador Espiritual do C.P.P.E. CARIDADE


––––––– ●«◊◊◊◊»● –––––––



O reconhecimento e a gratidão são pérolas do Colar das Virtudes que devemos cultivar por serem elos que estreitam a unificação.

Com referência a estas virtudes, reconhecimento e gratidão, o atual governo brasileiro achou por bem erguer três piras no Parque da Capivara, no Piauí, em frente à Pedra Furada, para albergar a chama que representa os 500 anos do descobrimento do Brasil.

Cada uma delas representa os povos pioneiros desta terra: o índio, o branco e o negro.

A primeira pira que recebeu a chama ardente foi a que homenageia o nosso índio. Este reconhecimento por parte do governo brasileiro é elogiável, porque nele dá seu atestado de agradecimento a esses Espíritos que reencarnaram aqui na condição de silvícolas para se tornarem os guardiões de Pindorama, da Terra de Santa Cruz, Terra dos Brasis, País de Arabutã.

Aqui, nos oportuniza mais uma vez, ressaltarmos o porquê que a Umbanda, esta expressão de religiosidade genuinamente brasileira, a única religião que não foi importada para nosso solo pátrio, se fundamentou nos idos 1908, onde reuniram em suas fileiras espirituais todas as raças e todos os povos, tiveram a preocupação de incluir em seus misteres religiosos prestar referência a esses Espíritos que um dia foi indígena, preparando a recepção para os pseudos descobridores e braços escravos.

Nesse re-ligar espiritualizado as mentes pensantes que idealizaram a Umbanda no Astral Superior ou Mundo Paralelo ou Outra Dimensão no século XVIII, também, escolheu um termo para designar esses espíritos que depois de cumprido a sua valorosa missão reencarnatória, pudessem ter a oportunidade de retornar até nós por meio da mediunidade de reencarnados e nesse intercâmbio transbordar a taça da sabedoria de suas vivências como conhecedores de uma cultura nativa. Então acharam por bem denominá-los com o codinome de CABOCLOS e CABOCLAS. E com o passar do Tempo foram se enfileirando nessa grande massa de trabalhadores espirituais, Espíritos de várias nacionalidades, graus de conhecimento e aptidões, formando uma frente multidisciplinar em conhecimento, cultura e profissionalismo, bem como religiosidade, uma vez que a Umbanda é eclética, católica e universalista, recebendo em seu seio todos os povos e todas as raças, tanto para o trabalho dos desencarnados para os encarnados e vice-versa.

Essa denominação Caboclo e/ou Cabocla é uma referência ao Povo Caboclo, os quais são pessoas descendentes dos índios, brancos e negros, que apesar de sua humildade, eles se tornaram mais organizados que os índios, tendo fundamentalmente baseado seu estilo, uns na floresta, outros na terra cultivada e gado e outros dos frutos obtidos do rio. Ainda hoje eles são encontrados na Bacia Amazônica.

Eles se subdividem em agrupamentos, existem os Caboclos das Várzeas, Caboclos dos Rios e Caboclos das Florestas, comercializando com os povos das cidades.

Como exemplo atual, podemos citar um povo caboclo denominado RAIMUNDO, que vive na floresta amazônica perto do rio. Com relação à Umbanda, ela hoje tem ingresso em seu contingente de obreiros espirituais, espíritos que não foram indígenas, mas que se afinam com o trabalho de assistência a mundo físico na forma como é desenvolvido nos Centros ditos de Umbanda, e unidos aos que realmente foram indígenas, mantém-se no anonimato usando codinomes simples, mas que traz sempre uma mensagem a ser refletida, como exemplo: o CabocloSeu Pena Verde”, “Caboclo Urubatã”, “Caboclo Sete Flechas”, etc...

Sérgio Pereira / Babalorisá Kajaide d’Yemoja Ogunté
Orientador Espiritual do C.P.P.E. CARIDADE

––––––– ●«◊◊◊◊»● –––––––

sexta-feira, 7 de novembro de 1997

MOMENTOS ESPIRITUAIS COM O ORIENTADOR ESPIRITUAL DO CPPE - CARIDADE

A GIRA - O RODOPIO DA ALEGRIA
07/11/1997
Extraido do Livro "O Homem dos Dois Mundos". Parte Espiritualidade.Sérgio Pereira / Babalorisá Kajaide d’Yemoja Ogunté
Orientador Espiritual do C.P.P.E. CARIDADE

––––––– ●«◊◊◊◊»● –––––––

No transcurso dos cursos da vida vivida por nós dentro dos postulados de escolas místicas, muito se houve dizer que a técnica da gira efetuada nos médiuns é uma coisa desnecessária. Acreditamos que se ele estiver sendo empregada por pessoa habilidosa certamente ela está correta e alcançará os seus objetivos. Feita pelo simples fato de fazer por fazer ou por quem não sabe empregar a tal técnica, provavelmente acarretará em um desequilíbrio de energias, uma vez que por si só o ato de se rodopiar gera movimento de moléculas, partículas do átomo ( nêutrons, prótons, elétrons os quais costumávamos achar que eram as partículas fundamentais do núcleo do átomo, mas na verdade são constituídos por seis tipos de quarks denominados “up”, “down”, “estranho”, “charme”, “bottom” e “top” e cada um apresenta três cores: vermelha, verde e azul ), afora um arranjo estonteante de outras partículas que se agregam ou dispersam, como o caso dos fótons, grávitons, glúons e múons.

São muitas as filosofias místicas que utilizam a gira em seus iniciados. Nem sempre ela é necessária, mas quando sim ela favorece uma excitação prazerosa que faz o sangue circular, o corpo vibrar e as ondas da excitação propagar-se pelo corpo. Tal estado de vitalidade é a base física para a vivência da alegria, pelo desencadeamento de uma substância chamada endorfina.

É na busca desse estado de excitação que os shakers vibram, os médiuns da Umbanda giram e os dervixes rodopiantes dançam até atingir o êxtase.

O termo hebraico para a alegria é gool. Seu significado principal é rodopiar sob a influência de uma emoção violenta, num deleite sublime.

A gira recebe uma força aplicada onde o corpo do médium não fica em repouso. A força atua em um determinado ponto e o médium fica sendo empurrado, e isto determina um movimento rotativo gerador de energia, ocasionado pela movimentação das moléculas. Quanto mais longe do eixo for aplicado o movimento mais força girante vai se possuir.

Pessoas de vidência, já relataram ter visto que na gira se observa um vórtice colorido, que desce sobre o médium estático, e dentro dele o corpo começa a desenvolver movimentos rodopiantes.

Os médiuns por sua vez, testemunham. Na sua maioria, ao iniciar a gira de incorporação, têm a consciência de que o seu corpo está sendo movimentado em forma rotativa e em determinado momento perdem a consciência de tudo. Outros sentiram o seu corpo sendo dirigido numa gira, ficam incorporados com o seu espírito de trabalho, mas não perdem a consciência. Outros mais sentem seu corpo se “distender” e suas mãos se “inflarem” ou todo o corpo ficar “crescido”, “aumentado”.

Mas a gira mediúnica tem um limite, porque do contrário toda a carga de elétrons, prótons ou átomos que se equilibraram dentro do que podemos dizer positivo e negativo, pode se desequilibrar por excesso ou falta da competência técnica da gira, causando um grande desconforto ao organismo físico do médium.

Mas o extraordinário desse fenômeno é que todos eles, por mais intenso que tenha sido o movimento rotativo empregado em seu corpo, independente de idade, o médium não sente nenhuma tontura e fica no seu prumo original.

Porém, que fique bem claro que não é a gira que causa a incorporação ou que ela seja imprescindível para a mesma. Um Espírito pode incorporar em um médium esteja ele na posição que estiver.

Sérgio Pereira / Babalorisá Kajaide d’Yemoja Ogunté
Orientador Espiritual do C.P.P.E. CARIDADE

––––––– ●«◊◊◊◊»● –––––––

terça-feira, 1 de outubro de 1996

MOMENTOS ESPIRITUAIS COM O ORIENTADOR ESPIRITUAL DO CPPE - CARIDADE

EQUIPE ESPIRITUAL DE UMBANDA E SEUS TRABALHOS
01/10/1996
Extraido do Livro "O Homem dos Dois Mundos". Parte Espiritualidade.
Sérgio Pereira / Babalorisá Kajaide d’Yemoja Ogunté
Orientador Espiritual do C.P.P.E. CARIDADE

––––––– ●«◊◊◊◊»● –––––––

Na formação desta genuína forma de religiosidade brasileira, que é a Umbanda, houve preocupação por parte do grupo idealizador e, portanto formador, desta filosofia religiosa, que além de reunir espiritualmente e oportunizar o trabalho caridoso, através das manifestações mediúnicas, das raças e povos existentes neste planeta, também se preocupou em valorizar os Brasis, os verdadeiros donos da terra de Pindorama (Brasil) bem como, o braço escravo e os imigrantes brancos que acabaram miscigenando as etnias.

Podemos então observar, que as demais doutrinas religiosas, todas vieram trazidas para o Brasil, e que a Umbanda, criada em solo brasileiro, é a única religião que procura resgatar a imagem dos guardiões do país de Arabutã, ou seja, o nosso indígena, os primeiros habitantes e verdadeiros senhores deste chão. Eles têm uma religiosidade própria, a qual é denominada Pajelança, e ela foi incorporada nos rituais de Umbanda. É por isso que “baixam” Espíritos trazendo a denominação ou codinome de Caboclo, e para se manter no anonimato utiliza um complemento nesse nome, como por exemplo: Pena Verde, Arranca-toco, Tocha-de-Fogo, Gira-Sol, Urubatã, Sete Flechas, etc, etc.....

A Umbanda por ser eclética e universalista respeita os limites do outro, na forma de suas manifestações de conhecimentos e aproveita, dentro desse respeito, usar técnicas para canalizar todos os ensinamentos espirituais das raças e povos que venham em benefício da humanidade, sem privilegiar esta ou aquela sabedoria de uma forma discriminatória ou preconceituosa.

Há uma confusão muito grande sobre o que é um caboclo, um preto velho, um marinheiro, um baiano, um exú e tantos outros espíritos que se manifestam nos Centros de Umbanda, como também, com relação à bebida, charutos, cachimbos e assemelhados.

A mentalidade, tanto do pessoal freqüentador, como dos leigos ainda é muito regionalista, as pessoas se preocupam mais com folclore da palavra do que com os fundamentos que existem por trás disso. Por exemplo, como já foi citado anteriormente, o Caboclo está ligado ao reconhecimento e a manutenção da memória dos primeiros habitantes de nossa terra, porém, cada espírito “Caboclo” tem uma tendência, uma função, uma especialidade, uma missão em seu trabalho junto à humanidade, ou uma vocação para determinado assunto. As entidades espirituais têm seus limites de ação e conhecimento como qualquer ser humano, porque mesmo eles estando em uma outra dimensão (mundo paralelo) não deixaram de serem humanos. Uns tem conhecimento de Direito, outros de Medicina, outros de Psicologia, outros de Matemática, enfim, conhecimento em vários ramos do saber, e é dentro de sua área de conhecimento e de suas experiências adquiridas que eles vão atuar, e dependendo dos objetivos do trabalho a ser realizado, eles se apresentam em equipes até de múltiplo conhecimento e disciplinar. Igualmente ocorre com as falanges de Pretos Velhos, onde não necessariamente o espírito que esteja se manifestando tenha que ser um negro ou negra idosos, está mais ligado ao conforto de seu conhecimento, para poder alcançar uma melhor performance de seu trabalho junto aos que estão em planos que necessitem de sua atuação.

Outros exemplos são: a Linha Cigana, na ritualística, representa o estado de consciência que o homem adquiriu na relação com os povos nômades, nas suas idas e vindas por vários rincões da Terra, isso há milhares de anos. Alguns Espíritos da Falange do Mar são entidades que têm profundo conhecimento daqueles momentos mais íntimos da solidão humana.

Quando se fala em Preto ou Preta Velha, estamos nos referindo à consciência que o homem desenvolveu em relação à agricultura e aos seus trabalhos. O Preto Velho que se manifesta na Umbanda, não nasceu necessariamente na Bahia ou na África, não é necessariamente um negro, mas um ser espiritual com uma sabedoria excepcional no sentido de plantar, colher, não só no aspecto físico da agricultura, mas no aspecto espiritual do plantio. Isso se refere à consciência universal, significa que o trabalho é universal e não regionalista, do folclore brasileiro. Com referência a Exú, estes são seres masculinos e femininos que desenvolvem um papel importantíssimo dentro do movimento espiritual de Umbanda. Eles são responsáveis pela limpeza fluídica dos médiuns, consulentes e do próprio ambiente físico, usando para isso roupagens especiais para a retirada da carga negativa. É um trabalho diversificado onde eles permitem que espíritos de menor esclarecimento possam se manifestar e prestar um trabalho digno junto a uma comunidade, com isso todos passam a se beneficiar. Os Exus tem sob seu encargo inúmeras tarefas que nós ficamos sabendo e outras tantas que não tomamos conhecimento. Eles vão desde uma simples remoção de miasmas, expulsão de um ou falanges de espíritos perturbadores que estão atuando sobre uma criatura, resgate de espíritos que se encontram sob o jugo de grupos infernais, até cirurgias que requerem complicadas técnicas. Esses homens e mulheres no momento em espírito, foram pessoas aqui na Terra, das várias camadas sociais, que normalmente se destacaram por sua impulsividade, sua atitude incisiva, sua palavra franca e direta, seus atos de bravura.

Com relação ao uso de bebida e o tabaco, utilizados por algumas Entidades, no momento de sua atuação, em verdade esses elementos usados são transubstanciados, e passa a ter outro caráter e significado. A bebida se torna uma fonte energética e o tabaco é utilizado para defumar, desprender os miasmas que estejam ligados à áurea do consulente ou dispersar energias nocivas do ambiente físico o extra físico. É muito fácil saber quando esses elementos foram realmente transubstanciados, basta observar o médium, apesar de ele ingerir bebida alcoólica, ao desincorporar não apresenta sinal de embriagues e em muitos casos nem o cheiro da bebida ingerida. Com referência ao tabaco, não existe por parte do médium incorporado o hábito de tragar a fumaça; em verdade o espírito só puxa a fumaça até a boca do médium e imediatamente joga ao meio ambiente.

A Umbanda foi criada para oportunizar a todas as raças e povos, em espírito e encarnados uma comunhão com o mister de fazer o bem e ter seus rituais exatamente canalizados para Entidades de Luz, que vêm do Astral Superior a fim de realizar um trabalho em prol da humanidade.

Que fique bem claro e que não paire dúvida sobre a missão dessa Religião: A UMBANDA NÃO FAZ, NÃO APREGOA, NÃO COMPACTUA COM O MAL.

Sérgio Pereira / Babalorisá Kajaide d’Yemoja Ogunté
Orientador Espiritual do C.P.P.E. CARIDADE

––––––– ●«◊◊◊◊»● –––––––