COMO POSSO PROSPERAR???
Texto proferido na Sessão Mediúnica de 11/06/2010.
Investigações demonstram que a diferença entre os países pobres e os ricos não é a idade. Isto pode ser demonstrado por países como Índia e Egito, que têm mais de 2.000 anos e ainda são muito pobres. Por outro lado, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, que apenas 150 anos atrás eram desconhecidos, hoje são países desenvolvidos e ricos. A diferença entre países pobres e ricos tampouco está nos recursos naturais disponíveis. O Japão possui um território limitado, 80% montanhoso, inadequado para a agricultura e a criação de gado, mas é a segunda economia mundial. Este país é como uma imensa fábrica flutuante, importando matéria-prima de todo o mundo e exportando produtos manufaturados. Outro exemplo é a Suíça, que não produz cacau, mas tem o melhor chocolate do mundo. Em seu pequeno território cria animais e cultiva o solo durante apenas quatro meses no ano. Não obstante, produz laticínios da melhor qualidade. É um país pequeno que oferece uma imagem de segurança, ordem e trabalho, transformando-o no caixa-forte do mundo. Executivos de países ricos que se relacionam com países pobres evidenciam que não existe diferença intelectual realmente significativa. A raça, e a cor da pele tampouco são importantes: imigrantes qualificados como preguiçosos em seus países de origem são a força produtiva de países europeus ricos. Onde está, então, a diferença? A diferença é a atitude das pessoas, moldada no decorrer dos anos pela educação e pela cultura. Ao analisar a conduta das pessoas nos países ricos e desenvolvidos, constatamos que a grande maioria segue os seguintes princípios de vida para prosperarem:
1) A educação e ética, como princípios básicos.
2) A integridade.
3) A responsabilidade.
4) O respeito às leis.
5) O respeito pelos direitos dos demais cidadãos.
6) O amor pelo trabalho.
7) O esforço para economizar e investir.
8) O desejo de superar.
9) A pontualidade.
Nos países pobres, apenas uma minoria segue esses princípios básicos em sua vida diária. Não somos pobres porque nos faltam recursos naturais ou porque a natureza foi cruel conosco. O Brasil é rico em sua flora, fauna, rios, costa oceânica, pedras e minerais preciosos e semipreciosos. Somos pobres porque nos falta atitude para prosperar. Nos falta vontade para cumprir e assumir esses princípios de funcionamento das sociedades ricas e prósperas. Muitos preferem se alienar em uma religião que lhes tira o pouco de dinheiro que tem prometendo-lhes mil e outras vantagens em NOME DO SENHOR JEUS. SOMOS ASSIM POR QUEREMOS TOMAR VANTAJEM SOBRE TUDO E TODOS. SOMOS ASSIM POR VER ALGO QUE ESTÁ MAL E DIZER: “DEIXA COMO ESTÁ”. DEVEMOS TER ATITUDES E MEMÓRIA VIVA SÓ ASSIM MUDAREMOS EM PRIMEIRO LUGAR A NOSSA VIDA PRIVADA E DEPOIS A NOSSA NAÇÃO.
Os pensamentos geram atitudes. Atitudes geram hábitos. Hábitos geram um estilo de vida. Estilo de vida é o reflexo do caráter. O caráter de uma pessoa é o reflexo daquilo que ela pensa. E nós somos o que pensamos e não o que pensamos que somos. A falta de princípios é a raiz da miséria. PENSE NISSO.
Kajaide/Sérgio Pereira
Orientador Espiritual
Ano de Yemanjá/Vênus
“Eu Posso! Eu Posso”.
FUNDADO EM 12 ABRIL 1976. PELOTAS/RS RUA DOM PEDRO II, 1096.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
A CANÇÃO DOS HOMENS!
A CANÇÃO DOS HOMENS.
Tolba Phanem
Texto proferido na Sessão Mediúnica de 04/06/2010.
Quando uma mulher, de certa tribo da África, sabe que está grávida, segue para dentro de uma mata com outras mulheres e juntas rezam e meditam até que aparece a “canção da criança”.
Quando nasce a criança, a comunidade se junta e lhe cantam a sua canção.
Logo, quando a criança começa sua educação, já tem um entendimento razoável da vida, a comunidade se junta e lhe ensina e cantam sua canção e ela aprende.
Quando se torna adulto, a comunidade se junta novamente e canta a “sua canção”. Quando chega o momento do seu casamento a pessoa escuta novamente a “sua canção”.
E finalmente, quando sua alma está para ir-se deste mundo, a família, amigos e toda a comunidade do povoado aproximam-se e, igual como em seu nascimento, em sua infância, em rito de passagem para adulto, em seu casamento, cantam a sua canção para acompanhá-lo na "grande viagem".
Mas nesta tribo da África há outra ocasião na quais os homens cantam a canção.
Se em algum momento da vida a pessoa comete um crime ou um ato social aberrante, o levam até o centro do povoado e toda a gente da comunidade forma um círculo ao seu redor e ,então, lhe cantam a “sua canção”, também.
“A tribo reconhece que a correção para as condutas anti-sociais não é o castigo pelo castigo; é o amor e a lembrança de sua verdadeira identidade. Quando reconhecemos nossa própria canção já não temos desejos nem necessidade de prejudicar ninguém, nada. Nem homem, nem animais, nem algo que se move ou está estático. Deixa cada um levar livremente a sua vida, pois, estando em paz consigo, está em paz com o todo".
Teus amigos conhecem a "tua canção" e a cantam quando a esqueces.
Eles que te amam não podem ser enganados pelos erros que cometes ou às escuras imagens que mostras aos demais quando passas por essas fazes trevosa da vida.
Porque eles através da “tu canção” recordam tua beleza quando te sentes feio; tua totalidade quando estás quebrado; tua inocência quando te sentes culpado e teu propósito quando estás confuso.
Sérgio Pereira/Kajaide
Orientador Espiritual
Ano de Yemanjá/Vênus
“EU POSSO. EU POSSO!”
Tolba Phanem
Texto proferido na Sessão Mediúnica de 04/06/2010.
Quando uma mulher, de certa tribo da África, sabe que está grávida, segue para dentro de uma mata com outras mulheres e juntas rezam e meditam até que aparece a “canção da criança”.
Quando nasce a criança, a comunidade se junta e lhe cantam a sua canção.
Logo, quando a criança começa sua educação, já tem um entendimento razoável da vida, a comunidade se junta e lhe ensina e cantam sua canção e ela aprende.
Quando se torna adulto, a comunidade se junta novamente e canta a “sua canção”. Quando chega o momento do seu casamento a pessoa escuta novamente a “sua canção”.
E finalmente, quando sua alma está para ir-se deste mundo, a família, amigos e toda a comunidade do povoado aproximam-se e, igual como em seu nascimento, em sua infância, em rito de passagem para adulto, em seu casamento, cantam a sua canção para acompanhá-lo na "grande viagem".
Mas nesta tribo da África há outra ocasião na quais os homens cantam a canção.
Se em algum momento da vida a pessoa comete um crime ou um ato social aberrante, o levam até o centro do povoado e toda a gente da comunidade forma um círculo ao seu redor e ,então, lhe cantam a “sua canção”, também.
“A tribo reconhece que a correção para as condutas anti-sociais não é o castigo pelo castigo; é o amor e a lembrança de sua verdadeira identidade. Quando reconhecemos nossa própria canção já não temos desejos nem necessidade de prejudicar ninguém, nada. Nem homem, nem animais, nem algo que se move ou está estático. Deixa cada um levar livremente a sua vida, pois, estando em paz consigo, está em paz com o todo".
Teus amigos conhecem a "tua canção" e a cantam quando a esqueces.
Eles que te amam não podem ser enganados pelos erros que cometes ou às escuras imagens que mostras aos demais quando passas por essas fazes trevosa da vida.
Porque eles através da “tu canção” recordam tua beleza quando te sentes feio; tua totalidade quando estás quebrado; tua inocência quando te sentes culpado e teu propósito quando estás confuso.
Sérgio Pereira/Kajaide
Orientador Espiritual
Ano de Yemanjá/Vênus
“EU POSSO. EU POSSO!”
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