sábado, 20 de outubro de 2007

MOMENTOS ESPIRITUAIS COM O ORIENTADOR ESPIRITUAL DO CPPE CARIDADE

A MÚSICA NAS CASAS ESPIRITUALISTAS

Sérgio Pereira, 19/10/2007, Extraído do Livro " O Homem dos Dois Mundos"..

Há muito se ouve falar dos cânticos religiosos que são entoados nas casas espiritualistas, mais especificamente nos cultos de Umbanda e Candomblé, nos parecendo que nas casas de cunho Espírita isso não acontece ou os dirigentes das mesmas pensam não ser de bom alvitre tal atitude.
A música religiosa cantada ou somente musicada é encontrada em quase todas as correntes religiosas como o Budismo, Hinduísmo, Islamismo, Cristianismo e tantas outras que são consideradas expressões religiosas antigas.
Pois bem, no caso da Umbanda e Candomblé os seus hinos ou cânticos são na verdade preces musicadas e igualmente, a despeito de aceitar ou não, as Casas Espíritas podem e devem estimular essa prática de hinos e cânticos entre seus adeptos. Dizemos isso baseado no que dizem os Espíritos:
Conta André Luiz, em seu livro “Missionários da Luz” (24ª. Edição, FEB, pág. 18, Francisco Cândido Xavier) que, numa sessão de materialização, durante os preparativos, tendo em vista que o ambiente proporcionado pelas pessoas encarnadas não era satisfatório, o instrutor Calemério tomou a seguinte providência:
“ – Alencar, é necessário extinguir o conflito de vibrações. Nossos amigos ignoram ainda como auxiliar-nos, harmonicamente, através das emissões mentais. É mais razoável se abstenham da concentração por agora. Diga-lhes que cantem ou façam música de outra natureza. Procure distrair-lhes a atenção deseducada.”
Como vimos, conforme a própria orientação dos Espíritos, essa prática de hinos e cânticos religiosos melhora sobremaneira o ambiente e mantém os assistentes atentos, eliminando conversas, cochichos e pensamentos inconvenientes. A música orquestrada ou cantada tem o condão de manter as pessoas aliviadas e alegres, levando-as a irradiarem positivamente e a se prepararem para a recepção do intercâmbio com seus Espíritos de trabalho e para receberem o passe. O cantar de todos em uma Corrente Mediúnica traduz que todos estão unidos com o mesmo pensamento e que dificilmente se perturbarão, além de mostrarem disciplina.
Outro que nos aconselha a entoarmos hinos, mantras e cânticos religiosos e o avatar Satya Say Baba, um indú, que ainda hoje vive em seu país natal, a Índia. Ele assevera que o ar fica impregnado de vibrações benéficas e que elas são revertidas em nosso favor.
Sendo assim, ao adotarmos essa técnica se observa um saturamento de bons fluídos no ambiente.

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

MENSAGENS PARA REFLEXÃO

VIDA PASSAGEIRA

Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida terrena é passageira, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes.Muitas flores são colhidas cedo demais. Algumas, mesmo ainda em botão. Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranqüilas, vividas, se entregam ao vento.
Mas a gente não sabe adivinhar. A gente não sabe por quanto tempo estará enfeitando esse Éden e tampouco aquelas flores que foram plantadas ao nosso redor. E descuidamos. Cuidamos pouco de nós, dos outros.
Nos entristecemos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosos.Perdemos dias, às vezes anos.
Nos calamos quando deveríamos falar; falamos demais quando deveríamos ficar em Silêncio. De boca fechada.
Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação.Não damos um beijo carinhoso “porque não estamos costumados com isso" e não dizemos que gostamos porque achamos que o outro sabe automaticamente o que sentimos.
E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nós.
Reclamamos do que não temos, ou achamos que não temos o suficiente.Cobramos dos outros. Da vida. De nós mesmos.Nos consumimos.
Costumamos comparar nossas vidas com as daqueles que possuem mais que a gente.E se experimentássemos comparar com aqueles que possuem menos?Isso faria uma grande diferença.
E o tempo passa...Passamos pela vida, não vivemos. Sobrevivemos, porque não sabemos fazer outra coisa.Até que, inesperadamente, acordamos e olhamos pra trás. E então nos perguntamos: E agora?Agora, hoje, ainda é tempo de reconstruir alguma coisa, de dar o abraço amigo, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos.Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso.
Não olhe para trás.
O que passou, passou.
O que perdemos, perdemos.
Olhe para frente! Não olhe para trás.
O que passou, passou mesmo.
O que perdemos, perdemos mesmo.
Olhe para frente!
Mas ainda é tempo de apreciar as flores que estão inteiras ao nosso redor.Ainda é tempo de voltar-se para Deus e agradecer pela vida, que é bela e está em nós. Mesmo que a vida terrena seja passageira, nós somos eternos.