domingo, 14 de setembro de 2014

CIENTISTAS ALEMÃES PROVAM QUE HÁ VIDA DEPOIS DA MORTE.



CIENTISTAS ALEMÃES PROVAM QUE HÁ VIDA DEPOIS DA MORTE.

Berlim. 28/08/2014.

Uma equipe de psicólogos e médicos associados à Technische Universität de Berlim, anunciou esta manhã que tinha provado em experiências clínicas, a existência de alguma forma de vida após a morte Este anúncio surpreendente é baseado nas conclusões de um estudo usando um novo tipo de supervisão médica em “experiências de quase-morte”, que permitem que os pacientes permaneçam clinicamente mortos por quase 20 minutos antes de serem trazidos de volta à vida.
Este processo controverso que foi repetido em 944 voluntários ao longo desse últimos quatro anos, necessita de uma mistura complexa de drogas, incluindo adrenalina e dimetiltriptamina, destinado a permitir que o corpo possa sobreviver ao estado de morte clínica e ao processo de reanimação, sem danos. O corpo do indivíduo é então colocado em um estado comatoso temporário induzido por uma mistura de outras drogas que tiveram que ser filtrada pelo ozônio a partir de seu sangue durante o processo de reanimação, 18 minutos mais tarde.
O extremamente longa duração da experiência só recentemente foi possível graças ao desenvolvimento de uma nova reativação cardiopulmonar (RCP) máquina chamada AutoPulse. Este tipo de equipamento já foi utilizado ao longo dos últimos anos, para reanimar pessoas que tinham sido mortas por um período entre 40 minutos a uma hora.
Experiências de quase morte têm sido propostas em várias revistas médicas no passado, como tendo as características de alucinações, mas o Dr. Ackermann e sua equipe, ao contrário, as considera como evidência da existência de vida após a morte e de uma forma de dualismo entre mente e corpo.
A equipe de cientistas liderados pelo Dr. Berthold Ackermann, tem vindo a acompanhar as operações e compilou os testemunhos dos sujeitos. Embora existam algumas pequenas variações de um indivíduo para outro, todos os testados têm algumas lembranças de seu período de morte clínica. e uma grande maioria deles descreveu algumas sensações muito semelhantes.
A maioria das memórias comuns incluem um sentimento de desapego do corpo, sensação de levitação, total serenidade, segurança, calor, a experiência de dissolução absoluta, e a presença de uma luz imensa.
Os cientistas dizem que eles estão bem conscientes de que muitas de suas conclusões poderiam chocar muita gente, como o fato de que as crenças religiosas das diversas denominações parecem não ter influenciado em nenhuma ocorrência nas sensações e experiências que eles descritas no fim da experiência. De fato, entre os voluntários havia alguns membros de uma variedade de igrejas cristãs, muçulmanos, judeus, hindus e ateus.
"Eu sei que nossos resultados podem perturbar as crenças de muitas pessoas", diz o Sr. Ackermann. "Mas de certa forma, nós apenas respondemos a uma das maiores questões da história da humanidade, e então eu espero que essas pessoas sejam capazes de nos perdoar. Sim, existe vida após a morte e parece que isso se aplica a todos. "
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SÉRGIO PEREIRA/KAJAIDE
ORIENTADOR ESPIRITUAL

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

O PARADOXO DA DUALIDADE E OS EXÚS.

 
 
O PARADOXO DA DUALIDADE E OS EXÚS.



Texto proferido na Sessão Mediúnica de 12/09/2014.

Sérgio Pereira.
 

   Provavelmente uma das manifestações divinas mais difíceis de entender é a dualidade. O pensamento ocidental, maniqueísta, calcado em valores devidamente distorcidos de acordo com interesses políticos e econômicos ao longo da História, estabeleceu um padrão de pensamento em que existem duas forças antagônicas: o bem e o mal, sempre em constante batalha pelo domínio do mundo e da alma de seus habitantes. Mas também é a luta entre a ignorância e o conhecimento, a luz e a escuridão, o verso e o anverso, o certo e errado, o direto e o esquerdo, a verdade e a mentira, Porém, tudo isso tem que existir entre os antagônicos para que o equilíbrio da vida se faça presente no universo. 
Assim, tudo que não segue a ética e a moral ocidental-cristã é imediatamente associado à sua antítese: as forças maléficas regidas por seres do mal, chamados de demônios. 
Esse tipo de pensamento traz em si um paradoxo, já que o próprio livro sagrado do cristianismo afirma que Deus é ONIPRESENTE. Por essa razão ELE está em todas as partes, sendo assim Deus estaria também nas regiões trevosas da espiritualidade – regiões que muitos tomaram por costume chamar de inferno. 
Então Deus estaria no inferno? Parece uma heresia total fazer tal afirmação, mas sendo Ele um ser ONIPRESENTE, deve (ou deveria) estar em todos os lugares. 
A crença de um inferno de penas eternas e governado por um ser excepcionalmente maldoso também faz parte do imaginário cristão e, dentro desse raciocínio contraditório, não haveria lugar para Deus nessa região – mesmo sendo Ele o todo Onipresente, Onipotente e Onisciente.
Dentro da filosofia que norteia o pensamento espiritualista, se descarta essa ideia de inferno, pois isso é um estado de espírito do ser humano, que plasma essa condição de existência. Portanto, admitimos a existência de regiões espirituais trevosas, densas, onde se encontra aqueles espíritos que não atingiram a elevação moral esperada, elevação essa que pode ser conquistada um dia, não necessariamente através de expiações, mas também do trabalho da sua reforma íntima nas várias e inúmeras oportunidades que lhes são oferecidas. No entanto, nessas regiões ainda reina uma espécie de barbárie espiritual, já que os valores morais de seus habitantes não são os mais elevados, necessitando assim de alguém que controle suas ações, não permitindo que outros planos (como a dos encarnados, por exemplo) sejam alvos dos ataques e obsessão desses espíritos e/ou seres pontualizados nesses lugares. É nesse contexto que começamos a entender o papel dos Exus, que pode ser espíritos de homens e mulheres, e mesmo sendo guardiões do Bem, são tão incompreendidos e injustiçados,eles  atuam como agentes da Lei e da Ordem dentro desse princípio da dualidade divina. 
Entender Exu é entender o próprio funcionamento da Lei Maior. 
Antes de qualquer coisa é preciso saber a diferença entre o Orixá Esu (sim, ESU Orisá é escrito com a letra S com um ponto embaixo) e o Exu castiço (esse se escreve com X, porque é de origem linguística brasileira), da Umbanda. (Castiço aqui quer dizer apenas o que entendemos por “entidade” ou “guia”)
A palavra Esu, que significa “Esfera”, remete aos cultos africanos e ao Orisá de mesmo nome.
Como bem sabemos, por diversos fatores históricos, houve no Brasil um processo chamado sincretismo, através do qual as divindades africanas foram associadas aos santos católicos. Assim, Iansã, por exemplo, que é a divindade dos raios e das tempestades, foi sincretizada com Santa Bárbara, já que essa santa também é associada aos raios e trovões. 
Ogum, o Orixá guerreiro, foi sincretizado com São Jorge, o patrono guerreiro e militar dos católicos, e assim por diante. No entanto, com o Orixá Esu houve, ainda dentro do sincretismo, um processo de demonização. Sendo ESU a divindade ligada à fertilidade, à sexualidade e à vitalidade – inclusive carregando, em suas representações, um cetro em forma de falo – e tendo uma personalidade um tanto semelhante ao humano, como nos contam as itans (lendas africanas dos Orisás), não tardou para que fosse associado ao demônio bíblico/católico, até porque tem que existir algo ou alguém para ser colocado a culpabilidade das desgraças e do errado. 
Assim, desde o princípio, Esu foi temido, levando-se em conta seu caráter irreverente. 
Apesar da confusão em torno da natureza de Esu, não podemos esquecer e nem desprezar sua importância dentro do panteão africano e de seu funcionamento, já que ele atua como “mensageiro” ou “intermediário” entre os homens e os Orisás. 
Nos cultos de Umbanda também encontramos Exu, porém não na figura de um Orisá, e sim de um espírito humano, um desencarnado, que viveu em Terra e conforme a sua aptidão e perfil engajou-se nas falanges espirituais onde procura, através do trabalho digno, alcançar o progresso moral. 
Ainda que associado a figuras demoníacas, o Exu da Umbanda é um valoroso trabalhador que, indiferente a essas interpretações calcadas em visões preconceituosas, segue perseverante no cumprimento de sua tarefa beneficente. Nunca confunda falange, espíritos e trabalho de Exú com "satanismo", são coisas extremamente diferentes. Se em alguma casa espiritualista professa contatos com forças demoníacas, pode ter certeza que não se trata de Umbanda ou qualquer coisa ligada a Exú. O culto de satanismo existe mas é uma expressão e vinculação com o lado obscuro da vida. Em muitas casas de princípio espiritualista há um arremedo muito superficial do chamamento e práticas satânicas. Mas isso é um outro assunto que não tem haver com quem quer estar no BEM MAIOR.  
O papel da Linha de Exu na Umbanda é de fundamental importância, entre inúmeras tarefas que lhes são atribuídas são eles que realizam a segurança da casa espiritualista, onde desempenham o papel de tronqueiros (guardiões). Imaginem, dentro do mundo da dualidade há aqueles que militam para o avanço do Bem, enquanto outros militam para o Mal, sendo assim, quantos kiumbas (espíritos trevosos e zombeteiros) atacariam um grupo ou instituição espiritualista a fim de atrapalhar seus trabalhos, se não fosse a presença dos Exus, mantendo vigília. 
Em casos de descarregos, também são os Exus os principais agentes, pois eles também acumulam a tarefa de encaminhar cada espírito, seja um pobre sofredor desorientado, ou um perigoso obsessor ao seu local de merecimento e/ou tratamento.
Exu também é o agente da justiça kármica, sendo sua tarefa levar a cada um o que lhe é de direito ou merecimento – por isso também a confusão em torno de seu caráter, já que ao coração humano é muito fácil aceitar o que é agradável, mas muito difícil entender que os revezes da vida muitas vezes são resultado de nossas próprias ações.
No mais o leigo ou o menos esclarecido a respeito sobre Exu, tende a colocá-los como figuras diabólicas, maléficas e esdrúxulas, justamente para meter medo nos outros e/ou povoar o mundo mental patético e fantasioso dos seus desafetos.
As falanges de Exús, se observarmos notaremos a pontual presença da etnia branca europeia constituindo esses grupos. São espíritos esclarecidos, de fino trato e gosto, mas claros e diretos em suas assertivas e atitudes, não fazem “gregre” para dizer Gregório. Contudo, são imitados e tem seus nomes usados por kiumbas que se utilizam da sintonia vibracional de determinados médiuns para assistências fúteis, calhordas e s com o Bem Maior.


Sérgio Pereira/Kajaide
Orientador Espiritual
Ano de Sángó/Obá/Lode
"SOU LUZ!"